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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

As maravilhas da Reabilitação

Ando de tal forma embrenhado no último vocábulo do título que não tenho tido tempo de vos alimentar as almas e mentes. Contudo, e muito rapidamente, antes de formação no final da semana sobre próteses e afins, compartilho convosco uma das formas fantásticas de superar os handicaps, de se readaptar ao mundo, de vingar e dominar novamente apesar das agruras e mutilações impostas pela porca da vida. Fantástico!


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Frase da Semana #11


Fará amanhã duas semanas, foi dia de subida à Torre no âmbito da Volta à Portugal e, como tradição é, a chegada foi vista lá bem no cimo, recorrendo-se ao movimento de dupla biela para se chegar lá acima. Há 14 anos que a faço e, desde que me lembro, nunca me custou tanto, tenha sido por falta de treino, velhice ou, simplesmente, falta de força na verga. A verdade é que chorei em cima da burra, fiz metade do trajecto cheio de arrepios e com febre, fui passado por múltiplas brigadas da barriga-de-cerveja e só não desisti (vergonha suprema) porque o carro havia ficado, felizmente, do lado oposto da castigadora formação rochosa...


De qualquer das formas, e massacres ao largo, sem o costumeiro click endorfínico precoce, só se dando tardiamente já, o ambiente tem involuído de forma notória, sendo muito parcos os sorrisos, para não falar já das antigas palavras de apoio e força, que, se antes eram o prato diário, hoje dinossauros são, extintas, e crescente a falta de simpatia e educação de quem pedala - que saudades dos tempos em que toda a gente se cumprimentava e das estradas livres desta espécie ciclística de novos-ricos, putos e graúdos cheios de mania e cagança que "eles é que pedalam" quando não passam de uns merdas a todos os níveis - a hipóxia cerebral condicionou uma resposta instantânea, pavloviana se alguma vez houvera pensado em tal expressão, a um qualquer insulto de um badocha sebento que escorropichava uma malga de tinto carrascão e tentava lamber o fundo ao garrafão de vime:

"Mama aqui que está salgadinha!"


quinta-feira, 20 de agosto de 2009

MCM #4 - Ele é corno mas é meu amigo

Sem palavras... E a merda é que passei a manhã a cantar isto!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Gripe Porcina

Após muita tinta corrida, depois de muita coisa dita, redita, desdita e maldita, ao estilo sensacionalista dos 3º ou 4º canais, exclusivamente no título, por que em tudo o mais prima pela assertividade e acuidade científica aplicada em frutuosas investigações, parte das quais no loccus que se julgava de início da já saturantemente famosa pandemia – ground-zero, The Causeway Bay, Hong-Kong, onde se fecharam escolas e se prenderam putos ranhosos de olhos repuxados temporooccipitalmente nos domicílios – deixo aqui TODA A VERDADE (rufar de tambores, se faz favor, seus cabrões que albergam esta merda) sobre esta patologia que faz disparar o alarme em qualquer cerebrozinho facilmente moldável por essa máquina abissal de massificação de terror e predisposição portamoedística (desde que bem grande, a nível de Nações inteiras) no sentido de, e retornamos ao verbo “disparar”, vendas farmaceuticofarmacológicas. (Para quê limitar-se a visão de saldo de conta positivo a um pedacito tão reduzido como o é o eternamente agitado Médio-Oriente se o Globo é tão mais redondo?)

Desvendo-vos, por alto, as bases da investigação por mim liderada na, criada de emergência para a compreensão e estudo do fenómeno, Fundação Xu-Pamakiohporcina (FXP), cofinanciada pelo assalto ao cofre de receitas oriundas das católicas vendas do mais recente, e único, manuscrito, fotocopiado no posto da Junta e da GNR da aldeia vizinha, do Sr. Prior cá da terreola – “Ó diancho, nunca me vires as costas, petiz!”.

Houve que iniciar o estudo pelo génesis da coisa e as hipóteses eram várias e não facilmente descartáveis, infelizmente.

a) Seria castigo de Deus, Alá, Buda, do Elder choroso sentado ao fundo da rua porque se lhe rompeu a meia e a unha do hallux parece querer despedir-se dele? Deus já tem gozo suficiente em observar os peões a destruírem o Planeta e a terem que gramar João Baião novamente como apresentador do evento comercial que é a Volta; Alá, afinal, era o seu próprio representante terreno e está de férias; Buda está gordo que nem um chibo, apaparicado por meretrizes que lhe dão ameixas e merdas conais afins, não tendo sequer força para levantar aquele cu badocha quando quer dar uma farpa; o Elder, coitado, incorreu no erro de ir pregar à porta da capela do dito Prior e a dor na unha é a menor das suas. Não, a Lógica Aristóteleana não aponta neste sentido nem sequer direcção.

b) Porventura ganho de virulência por mutação ou recombinação genómica dessa bicharada de merda que só é batida em termos de estranheza pelos priões? Possível, mas difícil, demasiadamente, de lhes perguntar directamente, sem rodeios ou tabus, se são tipo gaja, facilmente mutáveis em termos de humor, ou tipo caga-pra-dentro. Perder-se-ia, adicionalmente, nesse processo, objectividade, pelo que se colocou fora das opções disponíveis. Ciência acima de tudo.

c) Surgiu a questão se seria um H5N1 irado pela pouca adesão à vacina que se tornou num vingador Rambónico mas, depois da última metragem da personagem, quem teria coragem? Ruled out!

As ideias escoavam-se-me a um ritmo constrangedor até que, e o mais óbvio é, por vezes, o mais difícil de se ver, eis que recebo um antigo vídeo de culto documentando um gajo a ser enrabado por um barrasco gorducho e, EUREKA!, ora aqui poderá estar a solução! Primeira tarefa, pesquisar quantos vídeos com recos-reco haviam sido feitos recentemente. Parece que a tara voyeurista por esse tipo de arrebentadelas decresceu a olhos vistos nos últimos anos; dado que já conhecia, aliás, pretensiosismos de lado, pelas infrutíferas tentativas múltiplas recentes de encontrar, dentro da área, algo novo com que vos acetinar caixas de mail.

Tornava-se necessário fazer uso de todos os recursos à disposição e lançar um world-wide-enquiry ( e quem melhor e mais experiente na área do que a Dra. AR, incansável no que toca a papelada? O meu “muito obrigado” pela imprescindível e mestra colaboração) a todos os frequentadores dos fóruns obscuros da prática zoofílica e aos polícias-de-bairro ou xerifes, que entregariam, mesmo a expensa do próprio corpo, o dito inquérito aos senis corcundas mais suspeitos de assaparem em javardos doentes por serem mais fáceis de agarrar e cavalgar. Zero!, zero resultados; a carne suína anda mesmo em crise de consumo.

Desesperava… Tanto que me fui confessar, pedir um nanossegundo de atenção celestial e… um raio de brilhante Luz!, a renovação populacional é tão diminuta por aqui que não só nos putos poderia o meu interlocutor, que enfrento sempre olhos-nos-olhos, sem margem a excepções, encontrar a paz tomatal. A tender um bocado para o descarado, nada do meu feitio, e a arriscar mais uma excomunhão, decidi perguntar-lho e, límpido como água, como com senhoras não podia praticar o amor carnal e a drenagem tem que ser feita periodicamente, levava um pequeno marrano, entretanto falecido e comido na festa de Nossa Sra. Da Ajuda – Paz à Sua Alma! –, em sua vez ali ao lado, a Fuentes, e ficava a observar enquanto ciliciava o cacete. Posteriores investigações deram como consumada a migração de tão serventil senhora até ao México, coincidente com os primeiros casos reportados. Luz ao fundo do túnel, talvez!

Reviravoltas do destino ou bênção do arrependimento do pastor, encontro, durante aquilo que acabou por não se revelar autenticamente como férias, pelo acicatar do espírito investigador, a rotativa pêga na China, na rua - não em Macau porque as carunchosas são recambiadas para a China continental -, misturando o Espanhol com asneirada (perdão à sua alma) em Português, facilitando o reconhecimento através da foto que me havia sido facultada anteriormente. Não podia perder a oportunidade científica do ano e agarro-a com uma seca pancada atrás das orelhas e arrasto-a para a sala de interrogatório/pesquisa que improvisaria.

Reza a história, sem ter que recorrer a toalhas molhadas nem cabos de bateria, que, certa vez, o porco espirrou enquanto lambia sopa da beterraba da dita passareca da senhora e, desde aí, tem a donzela andado com frustes sintomas gripais. Carecia de investigação ulterior, pois, pelo que, por métodos cirurgoimunocitohistoquímicos... foi feita.

Já diziam os ancestrais, o fundo de cona é um saco infecto, o que traduzido para linguagem científica e aplicado ao caso corrente, é uma caixa de petri tamanho grande e, com meio de cultura lácteo, propício à proliferação viral. Pois bem, não necessitou o vírus de mutar, a transmissão havia sido feita para um ser meio cochino, meio humano; e o nosso querido vírus é mais engenhoso que perigoso, uma espécie de McGytas microscópico, infectando também o colo do útero, modificando a musculatura lisa do mesmo, aprendendo este último a espirrar cada vez que é regado pelo tal meitame nutritivo.

Está clara a propagação a partir da conclusão do complexo processo: transmissão putanheiro-esposa quer por via minetística ou bergamassal e, qual fórmula matemática, esposa = mulher = Frase da Semana #8 … xaram, desvendado o mistério da hipótese pandémica na sua promíscua totalidade!

Questionais-vos do motivo do tamanho tardar na publicação deste estudo, suponho agora eu. Parece-me oportuno fazê-lo agora, altura em que corre um e-mail potencialmente perigoso e que, induzindo a população em erro, poderá facilitar a aspersão da bicharada, sendo então pertinente esta minha intervenção a nível da prevenção à escala Global, passando a ilustrar o dito e-mail:



A FXP desaconselha totalmente este tipo de baile de máscaras sem teste serológico prévio pelo anteriormente exposto e irrefutavelmente fundamentado.

Mais alega a FXP: vacinas ou máscaras faciais para quê? Sendo a via de transmissão a sexual e não se conseguindo minetar com o pedaço protectivo recentemente mencionado, se pretenderem caldo de grelos e seguirem a máxima infra-imagem, livres de perigo estarão. Fundamental será máscara no caralho ou mocar o colo uterino até o deixar inconsciente e não poder babar!

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Frases da semana #10

Preso em casa! Não tenho nada para fazer além de urrar javardices e tremer, para rápido me derreter em suores!

A primeira de hoje é curta e concisa, autobiográfica até:

"O pior cheiro a caralho é o cheiro a caralho febril"

(Vá, talvez o cheiro a caralho morto há 15 dias seja equiparável)

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Guru Xu aos seus discípulos em Enrabadel 25:17:

Meus filhos, escutai e aprendei:

"As mais santinhas hoje são as putas de amanhã!"

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Frase da semana #9

"Oh querida, esporracalafetava-te essa pasmada toda para não gramares uma corrente de ar por baixo e apanhares um resfriado!"



O que me leva, de seguida, à temática da moda: a gripe porcina.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Frase da semana #8

Frase sobejamente conhecida que nos atira, abrupta e rapidamente, para a seguinte conclusão:

"Somos todos umas putas!"

E não me venham cá com histórias de que as gajas não-lésbicas não o são, então, que seriam, dessa forma, no máximo dos máximo, uns cabrões ou coisa caluniosa que o valha, que já todas morderam a língua...

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Ode ao Granda Benfas

Ode pictórica, que o tempo não abunda para considerações minimamente dignas acerca desse grande ícone desportivo mundial, somente para exemplificar que um Beiiifiquista mantém o estatuto e classe em qualquer ponto do Globo, gostando de apresentar o carro mais adornado dos arredores da China.







Como será falado em Cantonês?

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Culto & Revival #6

Conhecedor CB, Le Chef dos extasiantes pitéus musicais, brinda-me hoje com esta divina não-comédia musical, bem séria na orquestração e lirismo, que me sinto na obrigação de colocar no blog, mais que não seja por ter passado valentes horas a trautear (assassinar, se quiserdes) a dita canção: The Divine Comedy - The Frog Princess

terça-feira, 23 de junho de 2009

Frase da semana #7

Mais em jeito de pensamento do mês do que propriamente frase da semana, surgiu em conversação inspirada entre dois gajos no mesmo patamar de bardajonice, coisa difícil de se conceber, mais rara ainda de se conseguir, como fácil é de se constatar, o seguinte ensinamento a todos os porcalhões que por aqui param e às estimadas suínas leitoras também, tementes a divindades, condição forçosa, sejam elas quais forem:

"Se uma cadela ciosa, vulgo gaja, passa mais do que o período preconizado por Deus sem dar o parreco, isto é, os cinco dias de viscoso fluxo menstrual, é logicamente lícito, pelas Leis do Senhor, que se pine com outro feminídeo, não sendo considerado o adultério, como linear é, pecado"

Diz na Bíblia: dores de cabeça são curadas com um par de chavelhos!

domingo, 31 de maio de 2009

Frase da semana #6


Imensos "posts" na calha mas sem tempo para os publicar. Assim decorre a porca da vida, mesmo na véspera de me borrar aereamente para Macau, sem uns minutos valentes para alimentar a cria. Recorrente é, bem o sei; e bem lamento.

Seja como for, quero compartilhar convosco a deixa que irei, certamente, utilizar vezes sem conta pelas terras dos amarelos:

"Fazia-te um Filho de Cocó!"

Garanto-vos que funciona na perfeição cá pelos Ocidentes: experimentai e dizei-me das acções e reacções!!

domingo, 8 de março de 2009

A arte de bem flatular


Reencontro do núcleo-duro daquela ancestral Faculdade, que pecava já pelos adiares consecutivos e distância crescente entre alguns membros da seita, instantaneamente, ao bom estilo dos gajos, esquecida ao som estridente do primeiro "'Tás gooordo, caralho!" ou "Homeeeeeee!" e valente aperto de costado, com dose extrema de sincera saudade, podendo ser confundida com algum tipo de paneleirismo por quem de fora vê mas... Que se foda! Boa aparência e postura escorreita não faziam parte da lista de trabalhos do encontro da Brigada e os bons hábitos mantiveram-se, com um clima de caralhada da pior, comentários trolhescos e fácies de nojo e reprovação ao redor num restaurante pejado de tias ou pretendentes a. De qualquer das formas, comprovando uma antiga teoria que qualquer dia compartilho convosco, a postura de talhantes "bad boys" atrai gajedo e sofremos uma abordagem apresentativa da parte de uma qualquer senhora oriunda de uma mesa de tipas que, segundo tudo indica, iniciavam uma festa de despedida de solteira. Pena serem barrolhas senão...! Ah caralho, era um ver se te avias!.. Pagaríamos a conta e iríamos à nossa vidinha na mesma.

Cortando nas divagações pelo avançado da hora e pela perspectiva de precoce levante amanhã, que estar sozinho dá umas certas ganas de me pôr a falar para o boneco -escrever, neste caso, balelas e merdas afins-, apesar dos meses de penosa distância há hábitos verdadeiramente genuínos que nunca mudam, sendo um dos principais a libertação massiva e compulsiva de metano nos automóveis dos outros, uma prática engraçada, imensamente construtiva e de partilha ampla, fazendo recuar também ao tempo de um ainda mais atrasado Portugal em que os serões em família eram passados no binómio peido/risada.
Hoje, e já eu, outrora, havia tocado ao de leve, mas sonoramente, no assunto aquando de estadia curta no Cartola, não se ficou pelos veículos, desenvolvendo-se de forma quase automática, denotando apetência para a coisa, uma técnica que permite caminhar e arrebimbar uma bufarda tão decibélica quanto um tiro ao mesmo tempo, sem corte ou mudança de padrão de marcha, o que, feito em grupo, cria bastante curiosidade e sublime admiração a quem se desloca na nossa retaguarda ou queima uns alvéolos e alimenta umas mutações à porta de um qualquer café. "De quem será o cagueiro cantante?", pensam, coçando a cabeça. Mais intrigante se torna quando passa a ser um peido-polifónico, digno de constar nas listagens do Clube Jamba, ou, melhor ainda, um peido em stereo ou mesmo surround, fazendo desviar olhares e rodar cabeças o alegre e saltitante grupo que não pára, qual espectáculo teatral e de dança contemporânea ao mesmo tempo.

O próximo passo, figurando de forma não surpreendente no protocolo do lascanço, é fazer o mesmo sem o anonimato conferido pelo factor "grupo", preferencialmente em ambientes que acarretem algum risco, tema também já abordado e que, muito brevemente, figurará na listagem de façanhas já perfeitamente treinadas e dominadas. Apesar da diversão que proporciona e, consequentemente -e confiando num daqueles mails altamente científicos, dos anos de vida adicionais pelo condicionamento positivo cardiovascular que rir acarreta, os níveis de adrenalina permanecem baixos, não "dando pica" por aí além. Assim, sugiro, fundamentadamente, que todos vós, após conseguirem atingir o patamar da farpa pública sonora, experimentem cagar-se num recanto relativamente exíguo e pertencente a entidades hierarquicamente superiores, tendo plena noção da possibilidade de entrada em cena (de guerrilha química) de tais personagens e ideia alguma sobre o timing de tal hipotética aparição.
"PRRRRRRRRR! Ai e se o chefe chega? PRRRRRRRRFF!... PRRRFFffff. fff... Beifica!"
Esqueçam as drogas neuroestimulantes, esqueçam desportos que colocam em risco a vossa carapaça óssea e conteúdo bandulhal, esqueçam caminhadas sobre brasas, mergulhos em apneia e merdas afins! Haverá algo mais excitante que a possibilidade de ser apanhado a meio de uma descarga do vento merdoso?! Qual a reacção? Qual a admoestação? Qual a vossa cara e a cara do boss que assoma a focinheira à porta do empestado cubículo? Qual a desculpa esfarrapada que surgirá e será automaticamente proferida? Tudo isso incógnitas mais importantes e certamente mais interessantes que a génese do próprio Universo!
Se se quiserem rir nervosa e estupidamente, experimentem fazê-lo com alguém ao vosso lado que terá mais a cabeça no cepo do que vós próprios: pessoalmente, adoro esmerdar-me todo, após consumo prolongado de leguminosas, naquela de aumentar o factor "perigo", no gabinete do Chefe de Orto., ao lado do gabinete dos especialistas de Med. e contiguamente ao gabinete do meu próprio Director, neste último já em missão solitária.


Mas há lá coisa mais fácil que peidar, caralho?! Nem melhor...

sábado, 7 de março de 2009

Ao despertar

Já as tive bem piores, é certo, que deixariam qualquer pessoa minimamente equilibrada do quinto-esquerdo com vontade de internamento compulsivo, mas para primeira conversa do dia, olho meio-aberto e os outros totalmente fechados, não está mal, sendo até bastante edificante.
Aposto que, do outro lado, o estudo correu substancialmente melhor após tal estímulo mental.

Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World disse:
gay
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
foste partir uns cus ao gal(d)eria?
Pedro diz:
:)
Pedro diz:
tou am
Pedro diz:
a marrar
Pedro diz:
tas bueno?
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
com vontade de cagar
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
mas tenho medo de respingar o cu
Pedro diz:
caga para um adagio
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
vem apanhar o cagalhaozinho c a boca
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
assim se salpicar é saliva
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
ja nao enoja
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
se conseguir passar directo pela orofaringe sem te engasgar, ganho 10 pontos
Pedro diz:
lol
Pedro diz:
com esse cu largo, deves cagar mais grosso que longo
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
é da maneira q treinas esses dotes de fakir
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
depois cago-te pro cu e tornas-te fakur
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
qdo te pedeirares depois saem pedacinhos de cagalhao meu e teu
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
uma cena promíscua mas bastante colorida
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
várias tonalidades de amarelo-acastanhado
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
parece o outono
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
por falar em outono, já te caem os pintelhos de tanto os roçares com a mão?
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
bah, vou-te deixar estudar
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
nao te esqueças da pausa na casa de banho para partires desse putedo que para aí anda
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
cuidado é com a sífilis
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
se nao depois tenho de te cauterizar a ponta do caralho
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
é capaz de doer um bocadinho
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
mas se dói, é bom
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
apanha a filha-da-puta!
Xu - The All-Singing, All-Dancing Crap of the World diz:
***
Pedro diz:
lol
Pedro diz:
eu n tenho pintelhos


IS-PÉ-C-TA-CÚ-LAR!

quinta-feira, 5 de março de 2009

Proctologia home-made

As saudades de inserir algo neste espaço que faça as delícias do vosso reflexo do vómito são tantas que, compulsivamente, vos deixo ficar um vídeo (isto na eventualidade de consegui fazer um streaming directo do dito) sobre um estudo altamente científico acerca das fibras nervosas de condução lenta e rápida da dor e do controlo vasovagal condicionado pela repetição do estímulo, pese embora não ser o último publicado on-line, mais que provavelmente.

O que tanto vos deixa em pulgas!

(afinal não consegui, estilo menino da Cova da Moura, fazer ligação directa. Há merdas piores, contudo, por isso importar-me-ei tanto com o incómodo que vos poderei ter causado como o excelentíssimo investigador apresentado se apoquentou com a limpeza do material utilizado finda a experiência)

domingo, 18 de janeiro de 2009

Hino de corte às Senhoritas

Quer um prezado colega -como as putas, que o é- projecto de Internador de uma Figueira à beira-mar plantada imortalizar uma sua criação embalada por Baco e Dionísio ao mesmo tempo, que qualquer um deles, per si, apanharia uma camoeca de o deixar em coma somente com o bafo desinfectante de tal animal, neste cantinho de elevadíssima categoria de conteúdos apaixonantes e dignificantes, tendo eu acedido, pela primeira vez (seria também a primeira oferta?...), a dar entrada de algo que me é inteiramente alheio sob compensação de o poder insultar publicamente uma vez mais, desta feita por escrito, que lhe confere uma classe adicional.
Sem delongas ou suspense adicionais, aqui fica:

Djemba, conhecido também por Tucker ou Vileda-Ocre, és o maior pedaço de merda com braços que já pisou este Globo! Fazes corar de inveja todos os proxenetas pretos com sida e dourados pendurados ao pescoço por seres tão chunga e teres um cabelo demasiadamente abjecto, parecendo uma ninhada de ratos peludos coberta de entulho de obras de uma casa de putas da pior espécie, cheias de sífilis e condilomas anais; as flores murcham à tua passagem pela catinga corrosiva que emanas e pelo bodum que as sapatilhas que roubaste a um puto cigano - e que rompeste na biqueira para lá te caberem os dedos- largam, parecendo tu um surdo cano-de-esgoto possuido por tudo quanto é cagalhão africano ambulante; mamas pilas nas horas vagas para pagares o álcool, sendo então a mais reles prostiputa de que há memória. E mais feia também. Nulidade, parasita, abissal pilha de estrume, scorge of the Earth!
No fundo e resumindo, assemelhas-te a um cabaz de cornos rachados, daqueles que não dão sequer para cornetas ou reservatórios de vinho com tetina.

Ufff, já está! Um grande abraço!



Ah, e não é que me esquecia?:

(Des)Humanos - Quero é foder

Vou foder
Até quando eu não sei
Que me importa o que pinei
Quero é foder.

Amanhã, espeto hoje e amanhã
E acredito que será
Mais um prazer

E a foda é sempre uma curiosidade
Que me aumenta com a idade
Interessa-me em quem me vou vir
A foda em mim é sempre uma certeza
Que nasce da minha riqueza
Do meu prazer em te cobrir

Levantar, encabar, vais ganir ao repetir

Vou foder,
Até quando, eu não sei
Que me importa o que pinei
Quero é foder
De manhã, se preferes de manhã
Acredito que será pra mais gemer

A foda é sempre uma curiosidade
Que me aumenta com idade
Interessa-me por-te a ganir
A foda, em mim é sempre uma certeza
Que nasce da minha estranheza
Do teu prazer em engolir

Ajoelhar, abrochar vou sorrir ao estar a vir

Vou foder
Com quantas isso não sei
Que me importa o que chulei
Quero é foder,
Amanhã, espero sempre uma amanhã
E acredito que será mais um prazer


Bonito...

Viriato - apontamentos históricos

Embora, historicamente, seja muito obscura a origem de Viriato, apontando-se para os Montes Hermínios, actualmente demoninados Serra da Estrela -e feudo inquestionável de Hermínio Pastor, herdeiro por direito até de nome, e, como tal, o Viriato do dias de hoje-, estando Viseu geograficamente distante de tal imponente e bela protuberância granítica, dizem os naturais da nova terrinha de acolhimento que o dito guerreiro é pertença deles e têm como costume nomear qualquer café ou latrina em homenagem - duvidosa e nada original, admita-se - ao dito personagem.

Pese não ter certezas absolutas, creio serem mais fiáveis os escritos da época ou peri-temporais que os dizeres actuais em que é moda forçosa ter algum cognome chamativo -e por vezes tão pretensioso- para o diabo das povoações ("Cidade de Viriato", "Cidade do Conhecimento", "Capital da Chanfana"... Ora foda-se, qual a necessidade de desembelezar os nomes?).
Não obstante, a minha teoria é que, omnipresente chefe, Viriato passou, de facto, muito tempo em Viseu e deixou, cobridor que era, a sua marca genética, não retirando razão total ao propalado por cá. Se não, vejamos:

-4/5 das mulheres de Viseu têm barbucha do pito até aos dentes, sinal inegável de que todas elas descendem do dito herói, infirmando em parte a teoria Darwiniana pois a selecção natural pretere as que seriam dignas do género em prol de verdadeiros camafeus mais feiosas e homens que eu próprio - para não aludir adicionalmente à densidade pilosa, bem superior à de quem teve a barba semeada num dia de vendaval, e comprimento da mesma, fazendo lembrar as rastas daqueles piolhosos pseudo-intelectuais que se pavoneiam pelas ruas das metrópoles munidos de livros subaxilares e canídeos igualmente sujos pela trela adquirida no comércio justo -, quando as pressões ambientais não são já beligerantíssimas e não é necessário que assustem os inimigos que não há;

- botando abaixo, parcial e novamente, Darwin e corroborando as teorias NeoLamarkistas, o sibilar diacónico das gentes provém, e esta ideia ninguém ma tira, de um par de pedradas que Viriato mamou, primeiro nos dentes e depois no palato, causando um abaulamento deste último e uma formação fenestrada, impossibilitando uma articulação normalizada de quase todos os fonemas e, consequentemente a este language-impairment, a um descuido e desmazelo linguístico crescente, culminando em desairos gramaticais dignos de rivalizar com qualquer canal televisivo privado, fenótipo que proteicamente se codificou genomicamente e que se transmitiu de geração em geração, massificando-se um pouco somente, que, como havia dito já, Viriato é o pai genealógico da maioria absoluta da região;

- unhacas que, a concorrer, jamais seriam obliviadas dos records de comprimento e fungicidade do Guiness, tão comuns que são, fazem-me crer que são herança também do senhor em epígrafe, que as tinha que ter bem fortes para cortar o coiro às cabritas de forma a fazer fisgas e fundas e para "ceifar" giestas aquando do final das belas cagadas no mato com que, por certo -já o ouvi ao grande historiador salazariano Hermano-, fecundava de húmus e amor as terras de cultivo, tornando-as ricas e produtivas. E também mais castanhas.

Assim, e avaliando pelo sucintamente descrito, atrevo-me a alvitrar que Viriato foi, de facto, assassinado com exímia e nenhosa perícia mas não por guerreiros próximos dele, subornados pelos intermediários de Roma: uma de suas rameiras -vulgo, mulheres- com o cio e ciosa de todas as súbditas viriatizadas, decidiu, certa noite, saltar-lhe para a garupa de hipertrófico clitóris em riste e perfurou-lhe o lombo borbulhento, seccionando-lhe a medula e impossibilitando-o de fazer a única coisa que mais prazer que apedrejar romanos e insultá-los com aquele sotaque tão típico lhe dava - dar ao cajado ou badalo. E assim, despojado de sentido na vida, morreu quase imediatamente.

Eternizou-se, manifestamente, o seu legado e com ele convivo diariamente, tentando manter um olho no lombo e outro no cu, não vá alguma raivosa rameira falhar o alvo em direcção a sul, e um não-contágio palatino, dando graças, contudo e paralelamente, por uma tão estreita ligação com as origens de um hemi-Portugal.

Tantos por cá te honram

sábado, 3 de janeiro de 2009

Arrefinfadelas

Seria, quid sapit, de presumir um início de ano com uma entrada em concordância, descrevendo a glaciar passagem de ano, com pendentes invertidos de gelo brotando quais estalagmites da ponte pedonal a mirar com duas gotas de água em estado menos sólido o ignóbil desperdício de dinheiro em pólvora; de imaginar que teceria considerações sobre a mudança no rumo da Vida e do País com o virar de calendário, que partilharia também os desejos que não fiz aquando das passas que não comi porque estava demasiadamente concentrado em, frustrantemente, procurar um pouco de calor desentorpecedor do miocárdio, desejos esses que ocuparam um relampejar do meu tempo de comunhão com a merda da primeira cagadela -e que opulenta foi! Cagar é das melhores obrigações.- do ano, para instantaneamente se misturarem com ela na idiotice que é desejar em vez de objectivos traçar e sublinhar - e esses bem cravados estão, se por vezes não muito claramente na mente, em papel que pretendo bíblia.

Não, não falarei disso; há assuntos bem menos explorados, bem mais importantes e menos assentes em improbabilidades.
Falarei de algo que me me atormenta pessoalmente - e que creio que o faz a metade da comunidade masculina que não se alheia do facto de haver sempre alguém a observar -, de forma recorrente e em particular durante longas permanências em enfermarias ou Serviços de Urgência: parece que o sistema cavernoesponjoso se lembra de hiperfuncionar sem motivo para que o faça (se bem que dá um explosivo gozo sentirmo-nos com 15 anos de novo, de chaimite cheio por nada ou tão só porque assim acordou motivado logo pela manhã) quando deveria estar tranquilo e vegetante, quando se torna somente incómodo e, indecorosamente, pede ainda auxílio à glande, que, ária como o caminho de Moisés após afincar com o cajado, barra a regressão prepucial à ponta do pichoto, ficando, ela própria, no roça-roça com a lycra, causando um arrepio de desconforto adicional.

Levanta-se, então, um problema bem maior que ter que se apertar a bata para disfarce do pacote volumoso que torna as calças dismórficas, que também de si é uma horrenda quebra na comodidade e, pior, no estilo não-médico pomposo e pretensioso: como ajeitar o malho e recobrir a cachola mono-ocular sem ninguém dar por isso e de forma a cessar o sofrimento d'alma?
Sacar do dito, cuspir-lhe para que adormeça ou acorde na totalidade, fora de questão, até porque seria algo verdadeiramente sebento e pornalhesco, coisa de que ninguém gosta; arrefinfar o prepúcio por cima das calças, descaradamente, é um bilhete de ida para a fama de mexerico do caralho que arruína qualquer relação de respeito e veneração rabichosa que as porcas presentes tenham para contigo próprio, se bem que seja, de longe, o mais prático e eficiente até nova entesadela; correr para a casa-de-banho ou, e aqui reside a arte, trabalhar o bacamarte através dos bolsos da bata ou, mais arriscado, das calças, de forma a que o prepúcio fique preso na lycra e a pila em bloco venha em direcção à sua raíz, coisa que não acontecerá se já houver esmegma mas, e redundância é, se o houver, não há sensação de fricção e a mortadela anda basal em termos sensitivos. Escuso de explicar como se processa tal truque, que o essencial é a prática intensiva, até porque, mesmo após as horas de voo necessárias ao brevet, há sempre falhas nas manobras do Boeing e recurso à verdadeira arrefinfadela.

Grande é o Homem quando, a par de uma boa arrefinfadela de colhões, performa uma intrépida arrefinfadela de prepúcio, pois está em paz consigo e a cagar para as paneleirices das regras de etiqueta que tão contranatura são. Ainda preciso crescer...

Coçá-los, por outro lado, é integralmente abjecto

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Hino Não-Oficial de Medicina I

Na recta final que está a passagem tão temida pelo Serviço em epígrafe -e que se revelou, contudo, a mais proveitosa em termos de calo médico- seria indigno da minha parte não compartilhar convosco um dos hinos que nos acompanharam nos bons e maus momentos, nos sorrisos e no lacrimejar discreto. Para vossa instrução musical (mais uma), senhoras e senhores,

Xundré Sardão - Foi AVC
:

"Eu gostava de olhar para ti
Mas a pálpebra está ptosada
Por que não consigo ver fio algum de luz?; Que maçada!

Eu gostava de ser como tu
Ter as pernas e poder andar
Quem diria que esta barriga me iria, um dia, enrabar?

Eu não sei o que m'aconteceu
Foi AVC
Ou o que é que me deu
Para ficar sempre aqui a babar
Sem falar

Eu gostava que olhasses p'ra mim
Sem "A fralda vou ter que mudar"
O que vertem na SNG digerido tem um cheiro
De matar

Eu não sei o que m'aconteceu
Foi AVC
Ou o que é que me deu
Para ficar sempre aqui a babar
Sem falar

O primeiro estrebucho é sempre o mais duro, o mais verdadeiro
E ao longo do tempo dão-me voltas e voltas mas definho, apodreço, faço escaras
Profundas

Eu...
Eu não sei o que m'aconteceu
Foi AVC
Ou o que é que me deu
Para ficar sempre aqui a babar
Sem falar
Eu...
Eu não sei o que m'aconteceu
Foi AVC
Ou o que é que me deu
Para ficar sempre aqui a babar
Sem falar
A vegetar"

O Pai Natal está fodido...

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Conversas sobre esmegma

"Eu até acho piada, pões o dedo em cima da merda do precum e afastas, aquela merda tem uma filância incrível.

Afastas bué e continua o fio de nhanha ligado!"

Se o sr. Dermato diz, vou passar a expelir!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Frase da semana #5

"As picaxxx são todas boas; e as que não são boas, são putas, e eu mamava-as na mesma!"


Já dizia o poeta, já proclamava (não tão taxativamente) o Aladino.